O Natal dos sonhos é aquele que você idealiza no espírito, sente no coração e partilha na solidariedade!
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23 de dezembro de 2016
20 de janeiro de 2013
Momentos - Nuno Rocha - curta português
"Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha,surgem como apontamento de esperança de um presente que nunca voltará a ser o mesmo." By YouTube
5 de março de 2011
8 de Março - Dia Internacional da Mulher
Dra Zilda Arns
" O trabalho social precisa de mobilização das forças. Cada um colabora com aquilo que sabe fazer ou com o que tem para oferecer. Deste modo, fortalece-se o tecido que sustenta a ação e cada um sente que é uma célula de transformação do país "
Zilda Arns
Médica pediatra e sanitarista Zilda Arns é a fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança. Irmã do cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns, ela nasceu em Santa Catarina, em 1934. Dedicou sua vida a trabalhos de solidariedade, apostando na educação como ferramenta para combate a doenças infantis e à desnutrição. Em 1983, a pedido do irmão, inciou os trabalhos da Pastoral da Criança, uma entidade que tem o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e atua em 27 países.
Um dos principais projetos que Zilda coordenava era o de Alimentação Enriquecida, que consistia em educar as populações carentes sobre meios de enriquecer a alimentação do dia a dia com alimentos disponíveis na região. Além da Pastoral da criança, Zilda Arns também estava envolvida na coordenação da Pastoral da Pessoa Idosa, e participava como representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Conselho Nacional da Saúde e no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
A médica Zilda Arns foi uma das vítimas do terremoto do Haiti em 12 de janeiro de 2010. Estava em missão humanitária no Haiti e, no momento do terremoto, estava em uma igreja que desabou.
31 de dezembro de 2010
14 de julho de 2010
6 de março de 2010
Dia Internacional da Mulher - 08 de Março
UMA GRANDE MULHER...
MADRE TEREZA DE CALCUTÁ - Uma vida de caridade, dedicada aos pobres.

Palavras de Madre Tereza
O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso.
Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.
Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.
O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa.
Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão.
MADRE TEREZA DE CALCUTÁ - Uma vida de caridade, dedicada aos pobres.

Palavras de Madre Tereza
O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso.
Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.
Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.
O dever é uma coisa muito pessoal; decorre da necessidade de se entrar em ação, e não da necessidade de insistir com os outros para que façam qualquer coisa.
Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão.
14 de janeiro de 2010
Luis Fernando Veríssimo
28 de dezembro de 2009
20 de novembro de 2009
A Borboleta

Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.
O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.
"Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar."
Autor Desconhecido
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